It's time to take the time...ahuera!
Caramba, eu odeio muito o tempo. Encabeçando a lista dos "inoportunos", lá está ele: sempre intruso e mal-educado, nunca avisa quando vai chegar. Aí...aí não dá nem tempo de se preparar. Pior é quando ele dá uma de brasileiro, com aquela atrasadinha típica. Fica a ansiedade.
Eu tô nessa agora, não sei sinto raiva da rapidez ou da lerdeza do tempo. Por mais que você o aproveite, o que sempre sobra no final são as obrigações, e você só quer se ver livre delas a todo e qualquer custo. Mas aí...aí também existe a esperança de que você consiga realizá-las, para então poder sentir orgulho de si mesmo.
Esse tempo sacana. Sempre me deixando em uma sinuca de bico.
E o pior é pensar no que já passou...não porque haja arrependimento, muito pelo contrário, mas sim porque nós não temos, de fato, uma memória para lembrar do passado. Aí ficam aquelas informações que ninguém sabe daonde vieram, nem para onde foram.
E isso abre caminho para eu descobrir que existe uma outra coisa tão malquista quanto o próprio tempo: as circuntâncias. Como eu queria saber o que me faz lembrar de umas coisas e esquecer de outras, porque, com certeza, não é por questão de importância(ou pelo menos, não parao meu Consciente). E daí eu paro para pensar que nada é por acaso, tudo é resultado dos seus atos. Mas como é que se dá essa ligação dos fatos? E, finalmente, a pergunta: estou eternamente presa às circunstâncias? Se sim, então a liberdade é mesmo uma utopia.
Mas eu já não tô falando nada com nada, nem sei como terminar o post, então termino aqui mesmo.
Espero que alguém tenha entendido alguma coisa. =)

1 Comments:
Eu sinto muito orgulho de você. =)
E tempo? Nós podemos fazer o nosso. Quiçá. Podemos ser felizes aceitando o tempo como ele é... Ou o deixando de lado... Quem sabe. Te amo.
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